Quando pensamos em um sistema ERP, muitos gestores de pequenas empresas têm a mesma dúvida: “Será que investir nisso não vai pesar demais no orçamento?” Em nossa experiência aqui na 77Gestão, a discussão sobre custos e retorno de um ERP para PMEs quase sempre aparece logo no início da conversa. E não é para menos. Um sistema integrado impacta diretamente não só as finanças, mas a saúde de toda a empresa.
A pergunta que realmente importa para 2026 é: o investimento em um ERP é só custo no começo ou é uma solução que se paga rápido ao trazer ganhos em vários pontos?
Por que a impressão de que ERP é caro ainda é tão comum?
Esse sentimento, muitas vezes, nasce da comparação direta entre o valor mensal do software e outros gastos do dia a dia. Porém, raramente há um olhar atento para o lado invisível do orçamento: custos de retrabalho, perdas por falta de organização, inadimplência, perdas de venda por dados desencontrados e tempo gasto em tarefas repetitivas.
Só parece caro quem ainda não viu o valor real do retorno.
Segundo dados divulgados em matéria jornalística citando pesquisa da IDC, mais da metade das empresas brasileiras já apostam em soluções de ERP, mostrando que o receio está diminuindo frente à necessidade de processos melhores. Mas como identificar na prática se esse investimento faz sentido?
Quais custos considerar ao calcular o investimento?
Para responder com objetividade, gostamos de separar o tema em custos diretos e custos indiretos:
- Custos diretos: valor da contratação do sistema, possíveis taxas de implantação, treinamentos iniciais e eventuais integrações específicas.
- Custos indiretos: erros de lançamento, tempo perdido sem automação, retrabalho manual, perdas financeiras por inadimplência mal gerida, inconsistências no estoque e vendas truncadas.
No dia a dia prático, uma PME gasta, em média, de 2 a 4 horas semanais corrigindo erros simples de financeiro ou estoque por falta de integração. Se multiplicarmos isso pelo salário médio de um colaborador, já dá para visualizar parte desse retorno.
Exemplo prático: simulação de retorno sobre investimento (ROI) em 2026
Vamos criar juntos uma simulação realista, muito comum entre nossos clientes que usam o 77Gestão:
- Empresa fictícia: Comércio de pequeno porte, 12 funcionários.
- Salário médio colaborador administrativo: R$ 2.500,00
- Tempo médio gasto em processos repetitivos/manuais: 10 horas/mês
- Custo mensal do ERP: R$ 350,00
Agora, o cálculo:
Tempo economizado: 10 horas x R$ 14,20 (valor médio/hora de um colaborador, supondo 176 horas mensais) = R$ 142,00/mês resgatados em mão de obra.
Se evitarmos um erro de lançamento por mês (inadimplência, duplicidade de pagamento, erro no DRE, etc.), é razoável supor uma economia de aproximadamente R$ 250,00 mensais, valor típico de uma multa ou prejuízo por erro simples, segundo nossa base histórica. E nem estamos falando das vendas perdidas por descontrole no cadastro de produtos ou clientes!
Em um cenário conservador, o ERP pode gerar retorno igual ao dobro do seu custo.
No total, apenas em mão de obra e prevenção de erros, o retorno real já seria, em média, de R$ 392,00/mês.
Simulando o ROI em 12 meses
Vamos agora calcular o ROI em 1 ano:
- Investimento total em ERP: R$ 350,00 x 12 = R$ 4.200,00/ano
- Economia total anual (mão de obra + erros evitados): (R$ 142,00 + R$ 250,00) x 12 = R$ 4.704,00/ano
O cálculo do ROI (Retorno sobre o Investimento) é simples:
ROI = (Retorno - Investimento) / Investimento x 100
ROI = (R$ 4.704,00 - R$ 4.200,00) / R$ 4.200,00 x 100 = 12%
Ou seja, mesmo sendo cautelosos, o sistema entrega um retorno positivo já no primeiro ano, sem contar os benefícios extras como organização e segurança que dificilmente conseguimos medir em reais, mas que todo empresário sente na rotina.

Quais ganhos indiretos um ERP pode oferecer em 2026?
Além das economias já destacadas, há vantagens que transformam a cultura da empresa:
- Menos retrabalho e menor chance de erros por falha humana
- Melhor controle da inadimplência dos clientes (aqui falamos mais sobre como controlar inadimplência)
- Acesso rápido a relatórios de vendas, estoques, fluxo de caixa e DRE
- Organização de processos fiscais, inclusive monitoramento de notas fiscais (NFe e NFSe)
- Gestão de estoque integrada com vendas e compras
- Possibilidade de automatizar a conciliação bancária e integração com gateways de pagamento (entenda as vantagens da integração)
Quando tudo está organizado, sobra mais tempo para crescer.
Em nossa experiência, muitos clientes acabam descobrindo outros ganhos só depois de algum tempo de uso do 77Gestão, como evolução no atendimento ao cliente (com etiquetas e portal próprio) e mais clareza na estrutura de comissões e propostas comerciais.
Como calcular o verdadeiro custo de não ter um ERP?
A ausência de um ERP aparece de forma sutil, mas destrutiva. A cada mês sem relatório atualizado, sem automação dos lançamentos financeiros, ou mesmo com documentos desorganizados, pequenas perdas vão se acumulando, e muitas vezes passam despercebidas.

Pense em algumas dessas situações, extraídas do dia a dia de centenas de pequenas empresas:
- Erro de cálculo em comissão gera pagamento a mais ou a menos
- Compra por engano de estoque já parado, pois o sistema manual não mostra a real necessidade
- Negociação atrasada por falta de um histórico das ordens de serviço ou cadastramento de clientes
- Tempo perdido para emitir uma nota fiscal manualmente
O acúmulo dessas pequenas dores pode, facilmente, superar o valor de qualquer mensalidade de um ERP moderno.
Ferramentas para ampliar o retorno: integração e automatização
Em nosso software, buscamos sempre mostrar que, além da implantação do sistema, a escolha dos módulos certos multiplica o retorno financeiro. Por exemplo:
- Controle de propostas e ordens de serviço automatizado
- Etiquetagem para despacho eficiente
- Portal do cliente como diferencial no atendimento
Nossas soluções, como a importação de arquivos OFX para conciliação bancária automática, permitem que o controle financeiro se torne fácil e livre de retrabalho, reduzindo ainda mais erros e custos. No nosso blog sobre ERPs, trazemos diversos exemplos de como módulos de automação mudam o jogo.
Relatórios: de custo a investimento estratégico
Relatórios antes feitos manualmente tomavam horas. Hoje, sistemas como o 77Gestão trazem relatórios de inadimplência, vendas, estoque e financeiro à palma da mão do gestor. Com informação rápida, decisões mais acertadas e ágeis tornam o ERP um investimento estratégico e não apenas um software operacional.
Quer saber mais sobre as vantagens práticas para pequenas empresas? Falamos sobre isso neste guia completo de ERP para PMEs.
Custos, benefícios e o futuro da PME
O cenário de 2026 pede que pequenas empresas repensem a forma de investir em tecnologia. A gestão financeira inteligente será uma barreira de sobrevivência para muitos negócios. Dados mostram que as PMEs brasileiras já avançam com sistemas ERP, porque perceberam que o custo não pode ser visto isoladamente, mas sim no conjunto de ganhos.
Conclusão: ERP se paga quando vira aliado do crescimento
Acreditamos que o pensamento precisa mudar sobre ERP para pequenas empresas: não se trata de um gasto a mais, e sim de um investimento ativo que devolve mais do que tira. Em 2026, o retorno está em visibilidade dos dados, agilidade e diminuição dos erros. Com ferramentas como o 77Gestão, transformamos custo em valor real.
Se você quer entender como um ERP pode ser um divisor de águas em seu negócio, busque nossa equipe e avalie como somos capazes de mostrar esse retorno, na prática. O próximo crescimento pode começar pela tecnologia certa agora.
Perguntas frequentes
O que é um ERP para PME?
ERP para PME é um sistema que integra áreas como financeiro, vendas, estoque e fiscal, permitindo centralização das operações da empresa em uma única plataforma. Para pequenas empresas, um ERP moderno como o 77Gestão reduz tarefas duplicadas e aumenta o controle, dando mais segurança e tempo para focar no crescimento do negócio.
Como calcular o ROI de um ERP?
Para calcular o ROI do ERP, basta somar as economias (mão de obra, erros evitados, tempo reduzido em tarefas manuais) e ganhos de receita trazidos pela automatização. Subtraia o valor total investido, divida pelo investimento e multiplique por 100. O resultado será o percentual de retorno sobre o investimento em determinado período.
ERP para PME vale a pena em 2026?
Sim, o cenário atual mostra que investir em ERP é cada vez mais vantajoso para pequenas empresas. Em 2026, com o aumento da concorrência e a demanda por agilidade, contar com um sistema integrado pode ser o que diferencia quem cresce de quem fica para trás.
Quanto custa um ERP para pequenas empresas?
O custo depende do número de usuários, módulos selecionados e recursos, mas pode variar de cerca de R$ 100,00 a R$ 500,00 mensais para empresas de pequeno porte. É fundamental comparar não só preço, mas os recursos e o suporte oferecido. Com o 77Gestão, por exemplo, é possível montar um pacote ajustado ao tamanho do negócio.
Quais os melhores ERPs para PME?
Os melhores ERPs para PME são os que entregam facilidade de uso, integração financeira completa, emissão de notas fiscais, controle de estoque e facilitam o atendimento ao cliente. O 77Gestão está entre as soluções que se destacam justamente por entender as necessidades de quem é pequeno, mas pensa grande.
